A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira, 23 de agosto, a Operação “Propix” que visa o combate a crimes de corrupção ocorridos dentro do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).
A investigação apurou que servidor público do INCRA de Cáceres (a 217 km de Cuiabá) recebia valores para realizar o cadastramento de imóveis rurais de moradores da região que o procuravam para regularizar suas propriedades. Caso o valor da propina não fosse pago os procedimentos de cadastramento passariam para o “fim da fila”, por outro lado, os que realizavam o pagamento tinham seus processos concluídos rapidamente.
Há indícios que o investigado realizava essa prática há vários anos e recentemente utilizava o “pix” de uma de suas filhas para receber os valores.
Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão do servidor público.
A deflagração possibilitará a identificação de outros participantes nos delitos pois foi apurado que particulares atuavam junto ao servidor intermediando o recebimento do dinheiro da corrupção.
O nome da Operação é a junção da palavra propina e do meio de recebimento utilizado pelo investigado: pix.
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A determinação, em caráter liminar, previa multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.
Vice-governador, vereadores, deputados e demais autoridades acompanharão a agenda, que inclui vistoria em escola, ginásio e obras de infraestrutura.
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